30 de jun de 2010

Zelmute Oliveira: uma possibilidade real


por Claiton Silva*

Que Zelmute Oliveira é uma das figuras de maior destaque no cenário político da região, todos nós já sabemos. Ex-Secretário Municipal do Turismo, Indústria e Comércio de São Lourenço do Sul (2005/2010) e Ex-Presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo na Costa Doce (2006/2010), Zelmute não deixa dúvidas quanto a sua capacidade, e possui um currículo que não é comum aos políticos das redondezas. Jornalista formado, especializado em Turismo e Desenvolvimento Sustentável, esse pelotense de 35 anos provou que muito tem a oferecer, não só pela região, mas também pelo Estado. Suas realizações o credenciam como uma das melhores opções de voto para AL.

Recentemente, tive a oportunidade de encontrar com Zelmute pessoalmente, em uma reunião no Núcleo de Pesquisas Históricas de Camaquã (NPHC), onde o mesmo buscava o apoio da entidade em sua jornada. E devo dizer que conhecê-lo foi uma surpresa mais do que agradável. Franco, direto e sem receio de responder quaisquer que sejam as indagações apresentadas, Zelmute falou sobre turismo e defesa do meio ambiente (suas principais bandeiras), resgate do valor histórico da região e projetos para o desenvolvimento da estagnada metade-Sul do RS. O petista não fugiu nem mesmo de perguntas que poderiam o deixar em situação delicada. Quando questionado sobre a disputa regional por cadeiras na AL (o bate papo se deu antes da desistência de João Carlos Machado), Zelmute lembrou que o mais importante era garantir a representatividade da Costa Doce no parlamento gaúcho, independente de quantos ou quais forem os representantes da região.

O candidato a Deputado Estadual do PT pela nossa região é um tipo de político que ainda não estamos totalmente familiarizados: jovem, dinâmico, preocupado com o desenvolvimento sustentável e ao mesmo tempo valorizador das raízes de uma terra. Não me preocupo em parecer panfletário nesse texto, pois esta é a minha visão desse homem. Todos estão livres (com a graça da Democracia) para expressar o que tiverem vontade a respeito dele e dos demais políticos na corrida eleitoral de 2010.

(...)





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